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26 de mai. de 2010

fiquei com a música na cabeça

Todos os dias acordamos com aquela música,aquela frase ou aquele ''pensamento do dia'' q passa no mais vc,isso nao sai da sua cabeça certo?voce acha irritante?Bom eu acho mas eu já me acostumei!a música q mais me enche o saco é a do Calipso(Chá de maracujá)e Xuxa:Cabeça,ombro,joelho e pé,joelho e pé!ODEIOOOOO!!!!Então que música fica na sua cabeça o dia todo?Irei adivinhar são as músicas que vocês mais odeiam,por que é isso que acontece,as músicas q nao gostamos ficam na nossa cabeça!Isso nao acontece com vcs?Passei o dia inteiro hj com a tal 'Toxic' da Britney Spears...eu simplesmente odeio essa mulher! Não acredito que vou ser obrigado a baixar a musica e ouvir..talvez assim ela vá embora de vez!Daí surgem várias músicas na cabeça mas nada que o convencesse, pois ele queria uma que atingiria o ... Liguei o rádio e fiquei ouvindo algumas músicas,e o pior foi que fiquei com várias músicas ''ingriguinadas na minha cabeça.
O que vcs devem estar se perguntando é como tirar essa música certo?como vcs sabem acontece direto
1. Cante outra canção, ou toque outra melodia ou instrumento. Mude para uma atividade que o mantenha ocupado, como, por exemplo, malhar. Boa desculpa para ir para academia!
2. Ouça a canção inteira (isso funciona para algumas pessoas, principalmente para aquelas que se lembram apenas de parte da música que está grudada). Essa é pra ganhar pelo excesso o problema é viciar ou ter uma overdose.
3. Ligue o rádio ou o CD para que o cérebro sintonize outra canção. Essa é a solução padrão mas tambpem já aconteceu de desligar o rádio e voltar a mesma música na cabeça.
4. Compartilhe a canção com um amigo (mas não se surpreenda se a pessoa virar um ex-amigo quando ele ou ela for embora cantarolando a melodia). Esse é o tipico método amigo FDP que joga o problema pros outros! hahaha
5. Visualize o earworm como uma criatura real de arrastando para fora da sua cabeça,e depois imagine-se pisando nele. ( Não estranhe se começar a ouvir vozes depois disso! hehehe).

22 de mai. de 2010

Cidaes Fantasmas......Será que existem?

Quem nunca ouviu falar de ''cidade fantasma''?vários diretores de filmes se aproveitaram e fizeram filmes com cidades fantasmas como por exemplo silent hill(amoo esse filme),mas essa cidade naum existe,eu espero XD!
Hoje em dia naum e cidade fantasma é cidade deserta,mas será q existe espíritos na cidade?(e se é q eles existem!)




as cidades abandonadas (ou cidades fantasmas) mexem com nossa imaginação constantemente. Presentes em filmes, jogos e livros, estas cidades, e até mesmo um único local, nos fascinam.
Mas… Por quê?
Bom… Eu não sou expert em analisar as pessoas e tal, mas, ao meu ver, uma “adoradora” de cidades abandonadas (Ah, um dia eu ainda vou pra cada uma delas!), acredito que seja para atiçarmos nossa imaginação, tentar entender como um lugar que outrora fora tão bonito ter se tornado literalmente uma selva de pedra, ao ter árvores crescendo no meio da rua, ou estar habitada apenas por animais. O “assustador” realmente chama nossa atenção, querendo ou não.
Olhamos para uma escola abandonada, e pensamos “Onde estarão as crianças que estudavam aqui?”. Uma prisão, um hospital… Onde estarão todos?
É algo que realmente chama nossa atenção, pois é “assustador” para o que chamamos de mundo moderno. Chega a parecer filmes pós-apocalíptcos. Imagina: Uma cidade agitada, cheia da vida, alegre… De repente sendo abandonada, aos poucos, até não sobrar mais ninguém ou apenas um grupo de pessoas que insistiu em ficar.
Em resumo: Dá medo!













Falamos de Silent Hill(ela existe mesmo!!!), localizada no estado da Pensilvânia – EUA.
A cidade, até então com 2.000 habitantes lá pelos anos 70, agora não passa de uma vila fantasma, habitada por nada mais do que 9 pessoas. Em 1962, uma queimada em um depósito de lixo acabou resultando em um colapso que condenou a cidade toda.








20 de mai. de 2010

Bullyng...Você já praticou?

Todos os dias a mesma situação: ao adentrar a sala de aula, alguns garotos iniciavam:Todos os dias a mesma situação: ao adentrar a sala de aula, alguns garotos iniciavam:



- Gorduchoooo! Gorduchooooo! Gorduchooooo!


E não parava por ai, não raro era agredido fisicamente. A vergonha, o medo e a insegurança lhe impediam de denunciar os algozes à diretoria. Com isso vivia sem amigos, relegado ao desprezo e sem a interação com os demais colegas de classe seu rendimento escolar era pífio. Sua mãe, percebendo que algo andava errado com o filho, procurou auxílio psicológico, porquanto o garoto andava ansioso em demasia, não querendo ir a escola e urinando na roupa, embora já contasse 8 anos.


Esse garoto era vítima de bullyng, palavra de origem inglesa que quer dizer: gozações sucessivas, humilhações, tiranização.


Quem nunca presenciou alguém humilhando, constrangendo, ridicularizando alguém em público? O que para muitos é brincadeira ingênua que seduz a turma fazendo brotar gargalhadas, para a vítima do bullyng é um terrível pesadelo, que não raro o faz se isolar, sentindo-se a pior das criaturas.


No Rio de Janeiro, em pesquisa com 5.482 alunos de escola pública de 5º a 8º série, foi constatado que mais de 40% admitiram ter sofrido ou praticado bullyng. Dados entristecedores, não é mesmo, caro leitor? Cabe-nos então tentar descobrir a razão de tanto prazer em ridicularizar alguém? Por que isso ocorre?


Os fatores são inúmeros e vão desde conquistar o respeito da turma para poder ser admitido naquela “roda de amigos”, esconder o próprio medo provocando o medo nos outros, a se julgar inferiorizado e empreender frenética competição onde a violência física e moral irá lhe trazer a auto afirmação. Vou além e digo que a prática de bullyng não se restringe apenas à escola e as crianças e adolescentes. Nossa sociedade pratica o bullyng a todos os momentos, rotulando pessoas, alimentando mesmo que veladamente o preconceito, criando padrões de beleza. Óbvio que há regras que devem ser respeitadas para o bem do convívio social, no entanto, não me refiro a elas, mas sim a maneira que muita gente se impõe para tentar ganhar o respeito do grupo social que faz parte. Se o homem é um pouco mais delicado logo o rotulam de homossexual, se não atende aos imperativos impostos pela sociedade é um fracassado, se não gosta de carro ou roupas de marca, um alienígena.


As piadas nesse particular merecem capítulo a parte, a pretexto de brincadeira e diversão o preconceito vai sendo popularizado e se entranhando no cotidiano das pessoas. Não raro fazem sucesso, divertindo uns a custa de outros, fazendo sofrer nessa malha negros, pobres, loiras, ricos, portugueses, mulheres, homossexuais... e vamos assim, sorrindo e ridicularizando ao mesmo tempo.


Outro ponto a se abordar é: os comentários maldosos que são lançados sem piedade acrescidos de gargalhadas por parte da platéia, que muitas vezes assiste omissa ao espetáculo da depreciação do ser humano.


Em uma sociedade ideal, a pratica do bullyng não pode existir, e os responsáveis por extinguir essa moléstia que causa dor, sofrimento, danos psicológicos e infinitos males a um sem número de pessoas, devem ser os pais; porque será observando, repreendendo e orientando o comportamento de seus filhos que irão educá-los a viver em um mundo onde o respeito reina soberano. Achar bonito e engraçado criança contando piadas que desmerecem determinadas pessoas, religiões, grupos sociais, é alimentar a popularização do bullyng, por isso, necessário atenção total para o comportamento do filho.


Crianças que aprendem no seio familiar valores como respeito ao próximo certamente serão adultos conscientes, e que saberão acima de tudo respeitar as diferenças, e respeitando as diferenças não haverão constrangimentos, humilhações, ridicularizações que impedem a felicidade muita gente.


Pensemos nisso